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terça-feira, 19 de abril de 2016

Precisamos falar (a sério) sobre Jair Bolsonaro.

Sobre o candidato que adota posturas abertamente fascistas e não consta na Lista de Fachin nos crimes da Odebrecht, denunciada na Operação Lava Jato.

Precisamos falar (a sério) sobre Jair Bolsonaro

Precisamos falar (a sério) sobre Jair Bolsonaro


É irônico que algumas pessoas, que julgo muito inteligentes e cultas inclusive, falando para "não postar e nem compartilhar conteúdos" sobre Jair Bolsonaro em redes sociais como Facebook e Twitter.
O argumento central é que Bolsonaro, assim como Donald Trump, se beneficia da propaganda indireta. "Polêmico", ele desperta pensamentos fascistas que supostamente estão por toda sociedade. Eu não poderia discordar mais sobre este assunto. Uma reportagem da BBC questionou o próprio Facebook sobre a vitória do republicano nos EUA. A conclusão não é única, mas é fato que a criação de Mark Zuckerberg teve um papel de marketing importante com o dono da Trump Tower, junto com sites de notícias falsas e distorcidas como o ultradireitista Breitbart. A vitória inesperada dele levou a rede social a adotar pequenas reformas para punir páginas com informações inverídicas, ainda sem grandes mudanças reais.
Trump não se elegeu só porque falavam dele e nem por causa das piadas ruins na internet. Ele se elegeu porque Hillary Clinton era uma má candidata. Despreparada, envolvida diretamente na crise militar da Síria e muito vinculada ao ex-marido, Hillary não teve o mesmo brilho de Barack Obama em duas eleições. E ela também perdeu porque o americano médio é bem pouco progressista. É uma sociedade conservadora. São uns reacionários, por muitas vezes, e machistas.
Isso porque Hillary Clinton não é algo que não lembra remotamente a esquerda. É centro-direita no máximo, feminista e pró-direitos individuais.
Mas vamos ao nosso país.
O Brasil também é conservador e lambeu bota de presidente ditador militar. Mas precisamos sim falar de Bolsonaro quando ele se torna candidato a presidente. Precisamos falar dele, dos torturados da ditadura militar, dos retrocessos econômicos da ditadura militar, do Ernesto Geisel, do Castello Branco, do Costa e Silva e até do Figueiredo. Precisamos falar da corrupção que nasceu do José Sarney, já gestada pela Odebrecht entre os generais, e se alastrou com FHC e chegou a Lula. Precisamos falar do atraso que é o Estado brasileiro, por mais que tenham existido alguns presidentes brilhantes.
Precisamos falar de ditadura, da política real e da economia. 
Porque o eleitor do Bolsonaro não sabe disso.
E precisamos realmente colocar as teses destes fascistas contra a parede. Precisamos mostrar que defender tortura é crime. Precisamos exemplificar como a sociedade brasileira é abjetamente desigual. 
Deixar o Bolsonaro no canto dele é abortar esta discussão. É deixar ele ampliar os grupos ignorantes e ter chances efetivas de ganhar eleições. Foi desta forma que ele conseguiu espaço suficiente para discursar absurdos preconceituosos na Hebraica do Rio de Janeiro. "Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gasto com eles", disse o deputado abertamente. 
O brasileiro é profundamente mal-educado. E é analfabeto político. Mas, como mostrou uma pesquisa Datafolha, o eleitor possível do Bolsonaro tem ensino superior. É letrado. Tem capacidade intelectual.
Mas é um boçal que acredita no "perigo comunista".
Este cara precisa ser reeducado.
Por isso, e por muitos motivos, temos que falar sobre Bolsonaro sim.
PS: Sim, o deputado Jair Bolsonaro não é citado na Lista de Fachin, que pegou praticamente todos os partidos brasileiros recebendo propina da Odebrecht. O congressista, no entanto, tem que explicar os R$ 50 mil que recebeu segundo as denúncias na Lista de Furnas em Minas Gerais, que envolve o senador Aécio Neves.
Matéria do Site: https://storia.me/pt/@pedrozambarda/coluna-do-pedro-zambarda-19kehb/precisamos-falar-a-serio-sobre-jair-bolsonaro-4ako2z

terça-feira, 22 de março de 2016

O ciúme num relacionamento gay



O que é Ciúme?

“O ciúme é um sentimento natural do ser humano provocado pela falta de exclusividade sobre o sentimento de alguém. O ciúme pode adquirir um significado mais amplo, não necessariamente associado ao sentimento partilhado entre pessoas, podendo ser também relativo ao apego por algum objeto. Por exemplo, ciúme de uma coleção de histórias em quadrinhos.

O ciúme é também sinônimo de inveja por denotar um sentimento de inferiorização em relação a uma terceira pessoa. Quem sofre de ciúmes geralmente possui falta de confiança no outro e em si próprio.

O ciúme pode ter um caráter positivo ou negativo. Quando atinge o sentido de cuidado ou zelo por alguém pode ser um sentimento benéfico. Por outro lado, quando há egoísmo (desejo que a pessoa amada não se relacione com outras pessoas) ou controle excessivo (suspeita constante de infidelidade, por exemplo), o ciúme pode transformar-se em paranóia ou patologia.”

O ciúme se faz presente na maioria dos relacionamentos amorosos, nas relações homossexuais esse sentimento é supercomum, se os parceiros não souberem lidar com este sentimento a relação que deveria ser de amor se torna um verdadeiro inferno! Em alguns casos o ciúme ultrapassa todos os limites da razão e do bom senso, vira algo doentio, covarde, possessivo que atormenta ambos os parceiros, quando chega a este ponto o melhor a se fazer é por um fim nessa relação antes que um de fim na vida do outro.

Qual o homem em algum momento da relação nunca sentiu ciúme das amizades (heteros e gays) e das pessoas que um dia passaram pela vida do seu namorado?

Quem nunca sentiu ciúme ao ver as formas de tratar e as atitudes de carinho, admiração e atenção que ele dá à outras pessoas (familiares, amigos, conhecidos, crianças) em publico, você sabe que isso é normal, mas no fundo te irrita e você não pode fazer nada para não sair da discrição?

E quando alguma mulher/homem  esta dando em cima dele e ele fica se fazendo de bobo ou dando moral só para te deixar irritado ou apreensivo?

VÉI NÃO É FÁCIL!

Nós gays também sentimos ciúmes (eu tenho o costume de acrescentar o “s” no final da palavra igual os paulistas), independente do nível da seriedade e confiança do casal, quando encontramos um parceiro que nos completa, nos ama e nos respeita o medo de perdê-lo se torna algo grande, apavorante e paranoico, é ai que o ciúme domina!


Sou um cara que sente ciúme sim, mas é um ciúme controlado! Não sou o tipo de pessoa que faria um barraco ao ver meu namorado dando moral ou pegando outro cara, muito menos daria um “piti” por o ver conversando com um ex e nem ficaria de cara amarrada por vê-lo dando atenção a outras pessoas e não somente para mim. Acho isso idiotice. O meu ciúme é aquele no sentido de cuidado, de zelo com ele, mas é claro que se vier um viado e querer dar um de esperto pro lado dele é claro que quieto eu não vou ficar!

Lidar com o ciúme no relacionamento não é fácil, mas ambos devem fazer o esforço de não deixar esse sentimento contaminar e destruir a relação. Fiquemos atentos a essas dicas:

1. Evite os pensamentos destrutivos. Substitua-os por outros que tragam segurança e confiança em si mesmo.

2. Esforce-se para ser positivo e saiba diferenciar os fatos reais dos que são fruto da sua imaginação.

 3. Fixe-se nos fatos para ver se realmente há um conflito que você precisa solucionar.

4. Confie no seu parceiro e controle o ímpeto de interrogá-lo sobre onde e com quem está a cada cinco minutos.

5. Não justifique os seus ciúmes com fatos do passado que já foram esclarecidos.

6. Quando você sentir que a situação está saindo do seu controle, converse com uma pessoa discreta e de confiança sobre o que está acontecendo: um amigo, um terapeuta, um médico.

7. Muitos fantasmas desaparecem quando você consegue falar sobre eles e crescem quando você os esconde ou nega.

 8. Não culpe ninguém pelo que você sente. Nem a si mesmo.

9. Lembre-se de que você é responsável pelos seus atos, e que está tentando sinceramente superar esses ciúmes que fazem você sofrer.

Importante

 Os ciúmes sempre nascem de alguma insegurança. Conheça-se melhor e valorize os seus pontos positivos.

Assim você conseguirá a força e a segurança necessárias para superar os ciúmes e viver seus relacionamentos com liberdade e confiança.


Matéria do blog: http://deiafargnoli.blogspot.com.br/2013/05/o-ciume-num-relacionamento-gay.html

sexta-feira, 11 de março de 2016

Igreja Batista decide em assembléia aceitar homossexuais!





No último dia 28 de fevereiro do ano em curso, a Igreja Batista do Pinheiro reunida em assembleia extraordinária, aprovou por maioria absoluta de votos (129 favoráveis, 3 contrários e 15 abstenções) o parecer da diretoria executiva 2015 e 2016, que sugeria a aceitação de pessoas homoafetivas como membros da igreja por batismo, carta de transferência e aclamação. Desta forma, corajosamente os membros presentes na assembleia decidiram de forma histórica que qualquer pessoa que confesse Jesus de Nazaré como Senhor e Salvador da sua vida, independente da sua condição social, econômica e sexual será recebida formalmente no rol de membros da igreja.
Celebro esta decisão histórica com muito temor no coração, uma vez que a mesma encerra um debate de 10 anos, onde estudos bíblicos, encontros, mesas redondas, embates, debates e é obvio alguns arranhões (não teria como ser diferente) aconteceram no desenrolar deste período. Durante estes 10 anos fizemos questão de não abrir mão da Bíblia, pois, a mesma continua sendo nossa regra de fé e prática; mergulhamos o mais profundo que pudemos nos estudos exegéticos e hermenêuticos em busca de um consenso que trouxesse paz ao coração na hora de decidir.
Também, não abrimos mão do respeito às opiniões divergentes, exercitando a paciência e crendo que no tempo determinado pelo Espírito Santo de Deus (Eclesiastes 3:1) as ideias, os olhos e os corações seriam abertos para enxergar o real sentido do debate, que constituía em aceitar e amar as pessoas nas suas particularidades, como o próprio Deus nos amou (Efésios 1:18 e 2:4,5).
Nestes quase 46 anos de organização como igreja, nossa comunidade de fé sempre procurou estar atenta e sensível às vozes daqueles que não conseguem ter voz, nem ser ouvidos pela maioria, principalmente do mundo religioso formal. Lamentavelmente, constato numa rápida análise que com o passar dos tempos, o cristianismo e na maioria das suas igrejas se apegaram apaixonadamente muito mais por suas doutrinas, estruturas e estatutos do que pelas vidas/pessoas pelas quais Jesus de Nazaré derramou seu sangue. Tijolos, estatutos, estruturas e tantas outras coisas que geram disputas infindáveis em nosso meio, precisam dar espaço urgente ao grito silencioso do Espírito de Deus que tenta nos lembrar que não fomos chamados para ser régua do mundo, e sim, braços aconchegantes para todos e todas que estão cansados à beira do caminho (Mateus 11:28-30).
Depois de 10 anos discutindo, conversando, orando, chorando e não se deixando vencer pela força coercitiva do fundamentalismo machista e excludente que sempre predominou em nossas leituras e interpretações da Bíblia, recebo esta decisão como uma boa nova do Espírito de Deus que nos mostrou, nas palavras de Helcias Pereira (Coordenador Nacional das APNs), que nos visitava na manhã da decisão: “que nem sempre a arrogância, a ignorância e a estupidez humana prevalecem em relação aos desafios de aceitação ao que é diferente ou mesmo inusitado.” Como diria na mesma manhã da decisão, o irmão Jorge Firemam: “Agradeço a Deus por estar aqui neste dia. Pois para mim era uma questão de honra me fazer presente. O resultado da votação não é apenas pelos “meninos” ou pelas “meninas”, o resultado representa a verdadeira importância do amor e do respeito ao próximo” (Mateus 22:34-40; I João 4: 7-21).
10 anos não são 10 dias ou meses, durante este longo tempo muita gente deu sua preciosa contribuição, costurando com oração, amor e lágrimas a decisão do último domingo. Louvo a Deus pela vida do irmão Júlio Daniel que corajosamente há 10 anos, de forma pura e até inocente declarou sua condição sexual publicamente na igreja, gerando na ocasião, desconforto para alguns e desafio para outros que a partir daquele momento começaram a considerar o tema de forma mais didática e pedagógica em oração. Louvo a Deus por aqueles que não concordando com os debates e os encaminhamentos sobre a temática deixaram a igreja de forma respeitosa e pacífica sem provocar dissenções e dificuldades para comunidade de fé. Louvo a Deus pela vida dos nossos líderes eleitos da gestão 2015 e 2016 que de forma discreta, corajosa e temente ao Senhor Deus produziram um parecer equilibrado e robusto que levou a comunidade a aprová-lo com paz no coração. Louvo a Deus pela nossa pastora e teóloga Odja Barros, que sempre esteve disposta a escrever, pregar e apresentar seminários sobre a temática, sempre a convite da diretoria da igreja, demonstrando equilíbrio, respeito, imparcialidade e um temor ao Senhor Deus que arrebatou nosso povo em vários momentos com a Bíblia aberta e regada de lágrimas. Louvo a Deus por aqueles e aquelas que nestes 10 anos não arredaram o pé da igreja, em detrimento dos debates sobre a temática, sustentando a igreja em oração, recursos e acima de tudo protegendo a comunidade dos ataques e acusações covardes que muitos tentaram colar em nossa história. Parabéns para todos e todas que que fizeram e fazem a história recente da Igreja Batista do Pinheiro por mais esta decisão corajosa, que se soma à prateleira de decisões históricas importantes para a Igreja Evangélica Nordestina e Brasileira.
Mais que uma decisão histórica, nos alegramos como comunidade de fé em darmos mais um passo rumo ao exercício do que acreditamos ser a proposta de Reino de Deus apresentada por Jesus de Nazaré como sendo um espaço de amor, respeito e acolhimento a todos e todas que desejem fazer parte e vivenciar o evangelho. Nas palavras do pastor e teólogo Marcos Monteiro, todo tipo de preconceito, exclusão, racismo, sexismo, machismo, desrespeito ao diferente e ganância precisam ser denunciados como um “desangelho” (não evangelho).
No final do capítulo 12 do livro de I Coríntios, o apóstolo Paulo, após versar sobre os dons espirituais e comparar a igreja com um corpo e seus membros, utiliza as seguintes palavras para introduzir a temática do capítulo 13 que trata do amor: “Passo agora a mostrar-lhes um caminho ainda mais excelente ” (verso 31b). Creio que a decisão do último domingo aponta a direção que a comunidade de fé chamada Igreja Batista do Pinheiro, pretende continuar seguindo que é tentar se manter de forma radical no caminho ainda mais excelente, que é o caminho do amor. Podemos errar, e vamos errar, somos humanos e imperfeitos. Entretanto, minha oração é que nossos erros sejam sempre numa tentativa insistente de se parecer cada vez mais com a proposta de graça e vida inaugurada e vivenciada em todo ministério do Senhor Jesus de Nazaré. Que possamos vir a errar, mais que nossos erros sejam por defender a vida acima de toda e qualquer injustiça, que nossa obsessão seja a mesma de Jesus de Nazaré que em vários momentos da sua breve vida, colocando-se ao lado dos excluídos do seu tempo trocou de lugar com os mesmos, sendo expulso do convívio social (Marcos 5: 14-17). O caminho do amor não é romântico, é duro muitas vezes, mas para quem crer e não abre mão de amar, qualquer preço a pagar é pequeno diante do que o poder do mesmo pode produzir na vida daqueles e daquelas que são alvo deste maravilhoso amor de Deus.
Maceió, 04 de março de 2016
Pr. Wellington Santos

Matéria do Site: http://www.vejadetudo.com.br/gospel/igreja-batista-decide-em-assembleia-aceitar-homossexuais

terça-feira, 8 de março de 2016

Irmão de Anitta cria polêmica ao sair em defesa do deputado Jair Bolsonaro: ‘Dou razão a ele’.

Uma postagem do produtor Renan Machado, irmão de Anitta, tem provocado polêmica entre muitos fãs da cantora. 
O rapaz saiu em defesa de Jair Bolsonaro, postando um vídeo do deputado federal em que ele fala sobre sua provável candidatura à presidência da república e faz um ataque a um projeto do também deputado federal Jean Wyllys de combater a homofobia desde a escola. Anitta tem um grande público formado pela comunidade LGBT, com quem Bolsonaro vive em pé de guerra.
“Você que tem seu filho(a).. Se você acha normal que seu filho seja instruído e educado na escola de que uma relação homossexual é normal, sinceramente, ou você é hipócrita ou perdeu a noção da vida. Uma relação homossexual é completamente aceitável e respeitável.. Quantos amigos(as) gays eu tenho e amo nessa vida .. Mas daí você estimular essa pratica nas escolas é SURREAL. E não é nada mais que isso que esse cara aí combate e eu dou razão a ele. Jean Willys é um dos cânceres do país, que tem que ser arrancado logo”, escreveu ele.

Uma seguidora logo rebateu a posição do irmão de Anitta: “Mas como que a pessoa ama os amigos gays e é contra que ensinem que relação homossexual é normal e sincera?! 

Ficou confuso isso ai ein amigo! E ngm vai estimular nada, ate pq quem tem que ser é. Mas sim ensinar a respeitar e fazer com que todos vejam os gays como pessoas também”.



Matéria do Site: 

http://extra.globo.com/famosos/irmao-de-anitta-cria-polemica-ao-sair-em-defesa-do-deputado-jair-bolsonaro-dou-razao-ele-18814577.html#ixzz42Ka34G2B

sexta-feira, 4 de março de 2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Amanhã estreia o “Estação Plural”, primeiro programa LGBT da TV aberta brasileira.


Gente, vocês estão sabendo? Amanhã (04) vai estrear o primeiro programa LGBT da TV aberta brasileira, o “Estação Plural”, que terá apresentação de ninguém menos que a Mel Gonçalves, que a gente conhece como a Candy Mel da Banda Uó; Ellen Oléria, vencedora do primeiro “The Voice Brasil”; e ainda o jornalista Fefito.

O programa irá ao ar todas as sextas-feiras a partir das 23h na TV Brasil e funcionará num formato de talk-show: toda semana os três vão receber um convidado diferente.

Na estreia, o convidado é o médico Drauzio Varella, que vai falar orgulho de ser brasileiro, as mentiras que as pessoas contam no primeiro encontro e ainda as razões científicas para a homossexualidade. Pois é, o programa vai falar dos mais generalizados assuntos!

“Serão sempre três blocos, sendo que o terceiro é exclusivamente sobre assuntos de temática LGBT. Nos outros a gente discute comportamento, política, cultura e temas comuns a todas as diversidades”, nos conta o Fefito.

Além do Drauzio Varella, o programa irá receber ainda Barbara Gancia, Bruna Lombardi, Rita Cadillac, Jean Wyllys e até o MV Bill.

Confira uma prévia do “Estação Plural”:


Ah, quem não puder ver o programa na sexta-feira às 23h, rola reprise da segunda para a terça à meia-noite.


Matéria do Blog: 
http://www.papelpop.com/2016/03/amanha-estreia-o-estacao-plural-primeiro-programa-lgbt-da-tv-aberta-brasileira/